terça-feira, 9 de agosto de 2011

The Horrors - Strange House (2007)


Strange House: Lembram de Siouxsie And The Banshees? Pois então. O post-punk voltou das cinzas com este álbum histórico do The Horrors, músicas como "Jack The Ripper" e a faixa bônus "Death At The Chapel" mostram que eles conseguem ter a sincronia perfeita com, a voz de Faris Rotter (Indicado como um dos melhores vocalistas do século, mas não ganhou.) e os riffs sujos de Joshua. Tendo como principal referencia o Rock de Garagem dos 60-70, The Horrors, ganha o 37° lugar nas paradas do Reino Unido. Sendo comparado com bandas como Joy Division no inicio da sua carreira, Strange House tem uma sonoridade bem parecida com o álbum "Scream" do Siouxsie, e "Unknown Pleasures" do famoso Joy Division, uma coisa agressiva e obscura, imaginem eles ao vivo. Um som bem sinistro eu diria, com um toque macabro... Acho que explica bem o porquê o nome da banda ser "The Horrors". A pesada "Count In Fives" mostra bem o tipo de voz que Faris Rotter tem, bem agressiva e raivosa. “Draw Japan” mostra o que os Horrors são, eles não tem este nome à toa, eles são verdadeiros mestres dos horrores, o órgão em “Draw Japan” tem aquele ar de filme de terror dos anos 60, como Frankenstein, Drácula etc. Enquanto que “Sheena Is A Parasite” vai para um estilo mais ‘estúdio’ mas eletrônico mesmo, mas não saindo do lado obscuro dos Horrors. Tracklist:
01. Jack the Ripper (Screaming Lord Sutch cover)
02. Count in Fives
03. Draw Japan
04. Gloves
05. Excellent Choice
06. Little Victories
07. She Is the New Thing
08. Sheena Is a Parasite (vídeo)
09. Thunderclaps
10. Gil Sleeping
11. A Train Roar
12. Death at the Chapel (UK bonus track):
Death at The Chapel, é o segundo single, talvez, a melhor música da Strange House... Tem uma batida punk, e sonoridade de garagem, ficou perfeita. Durante a música pode-se ouvir os 'órgãos' de Webb, que é tecladista em Strange House, porém, em Primary Colors toma a posição de baixista. De acordo com Faris Rotter, a música é, obviamente, uma narratória sobre um grupo de garotas dos anos 60, que são terrivelmente assassinadas e (aparentemente) estupradas, desde então perdem a suas crenças no amor. Faris leva a serio a narratória tanto que na parte de “(...) and the realisation hit them like a fist, like this (Faris' Scream*)" daí então ele dá um 'gritinho' descrevendo muito bem como o casal foi morto. É uma pequena história, que deve ser escuta, especialmente na voz de Faris.
Curiosidade: Em todos os shows, The Horrors sempre faziam o cover de Joy Division: "No Love Lost." Download: Mediafire

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